Israel, com 99% da população vacinada, começa o retorno à vida normal
E assim, Israel, com 9 milhões de habitantes e 99% da população com pelo menos a primeira dose tomada, voltará para a vida normal. Eis um trecho da reportagem do jornal O Tempo:
"Aberto" ou "Volta à normalidade, com cautela" eram as manchetes dos principais jornais nacionais. "É um grande dia, abrimos os restaurantes com o passaporte verde, estamos voltando à vida", comemorou neste domingo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Os bares e restaurantes já podem reabrir para quem tem o chamado "passaporte verde", autorização concedida a quem já recebeu duas doses da vacina ou se curou da covid-19.
Essa reabertura chega no momento certo para Netanyahu, que joga a carta da "Nação da Vacina", um retorno à normalidade favorecido pela vacinação em massa, na tentativa de ganhar as legislativas de 23 de março, as quartas em menos de dois anos. Segundo as novas medidas para aliviar as restrições, os alunos poderão retornar às salas de aula em áreas onde a taxa de contaminação continua baixa. As restrições aos locais de culto também foram relaxadas: 50 pessoas ao ar livre e 20 no interior. Também estão em processo de reabertura salões de festa e refeitórios de hotéis, que poderão acomodar até 50% de sua capacidade, com um máximo de 300 pessoas.
Os eventos culturais e esportivos e as conferências poderão ser retomadas com um máximo de 500 pessoas no interior e 750 no exterior, mediante apresentação do "passaporte verde".
Num restaurante em Israel. Foto
O Brasil tem cerca de 5% da população com uma dose da vacina. E o máximo que conseguirá neste mês, com sorte, será 15%. Pela população daqui ser infinitamente maior que a israelense, o interesse em começar a vacinação em massa o quanto antes deveria partir do presidente da morte. Ele preferiu a Cloroquina.





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