Como funcionará a entrega das primeiras milhões de doses da Astrazeneca/Oxford pela Fiocruz?
Essa matéria do Poder 360 dá uma boa explicação sobre o processo de produção das vacinas da parceria Fiocruz/Astrazeneca/Oxford. Na última semana de março, entregarão cerca de 3.8 milhões de doses:
No Instituto Bio-Manguinhos, produção da vacina
“A primeira linha em funcionamento está produzindo cerca de 300 mil doses por dia. Ainda nesta semana, caso a produção ocorra dentro do previsto, uma segunda linha de produção deverá entrar em operação para aumentar a capacidade produtiva. A expectativa é chegar, até o final de março, com as duas linhas em funcionamento, com uma produção de cerca de 1 milhão de doses por dia”, diz informe da Fiocruz.
Segundo a fundação, cada lote de vacinas precisa passar por testes de controle de qualidade, que verificam a estabilidade e a esterilidade. Esses testes levam de 15 a 20 dias. Dessa forma, as vacinas que serão produzidas nesta semana serão liberadas em até 20 dias, a depender da conclusão dos testes.
Até 31 de março, só poderão ser consideradas aptas para entrega ao PNI a produção realizada, no mínimo, 15 dias antes. As demais doses produzidas em março só serão entregues no mês seguinte. Em abril, já vai haver um fluxo contínuo de produção e entregas semanais das doses produzidas duas semanas antes.
Quem sabe pode ser possível da Fiocruz conseguir entregar na última semana de março, 4 milhões de doses pra mais. Em abril, as entregas serão semanais. A Fiocruz também ficará responsável pelo recebimento das vacinas via Covax Facility, um consórcio de vacinas organizado pela Organização Mundial da Saúde - OMS. Virão 2.9 milhões de doses da Astrazeneca. Quanto a continuação da entrega de 12 milhões de doses da parceria com o Instituto Serum (Índia), difícil saber algo. A Índia ja vacina milhões de pessoas por dia e precisará de todas as doses possíveis, logo, acredito que essas entregas serão mais difíceis, apesar do contrato firmado. O que temos é a força da Fiocruz, que tem de conviver com o governo da morte.





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