Com quase 80 mil contaminados e recorde de 2286 vidas perdidas, Brasil se afunda totalmente na pandemia
O que vimos hoje não foi só o recorde máximo de vidas perdidas na conta do governo da morte - 2286 pessoas, 1 a cada 37 segundos - mas a maior média de uma quarta, considerando o número de casos confirmados e óbitos. 6331 vítimas desde domingo equivale a perder 1582 pessoas todos os dias. Em 4 dias o país vacinou 1,26 milhões de pessoas enquanto outras 263 mil foram contaminadas. Se considerarmos que a subnotificação fica em torno de 4x o número real de casos, a cepa P1, oriunda do Amazonas, continuará a vida fácil no país. Para vencer o vírus - e as duas vacinas que temos são eficazes, quando aplicadas em massa na população - deveríamos ter aplicado no mínimo 2.6 milhões de doses nos últimos 4 dias. O governo da morte, mal conseguiu 1/3 desse número. Tenta convencer a população de que está tudo bem com as entregas, quando o que consegue durante a semana são pífios 1% de vacinados e 0,5% de imunizados POR SEMANA. O número de óbitos hoje é mais de 20% maior que da semana passada, que também foi terrível. Ninguém sabe prever o quanto de vítimas teremos na semana que vem. 1/3 do Brasil marcou hoje centenas de óbitos. Os índices de agora são muito maiores que aquilo que acostumamos chamar de "Segunda onda".
Os dados completos dos estados podem ser conferidos no Painel Covid-19 do Ministério da Saúde.







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