Vacinação no Brasil: as previsões de entrega para as 2 primeiras semanas de maio/2021
Com base nas noticias vindas do Governo Federal, sobre a entrega das vacinas contra a Covid-19, vamos tentar pensar como serão os primeiros 15 dias de maio/2021. A tendência para uma montanha de óbitos ainda persiste, ja que a média de vidas na conta do Governo da morte, apesar da queda, é das mais altas do planeta. Existe a real possibilidade do Programa Nacional de Imunizações receber mais de 20 milhões de doses só na primeira quinzena de maio. Diz o Governo:
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| Zé Gotinha, símbolo da vacinação no Brasil, de mãos dadas com o Carlos França (direita), ministro das Relações Exteriores e Marcelo Queiroga (esquerdo), ministro da Saúde. Fabio Faria, ministro das comunicações também estava presente na entrega das doses da vacina Pfizer, em São Paulo. Foto. |
Mais um lote com 5,2 milhões de doses de vacina covid-19 começa a ser distribuído pelo Ministério da Saúde. São 5,1 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e 104,8 mil doses da Coronavac, do Instituto Butantan. Os dois imunizantes são produzidos no Brasil com matéria-prima importada. Todos os estados e o Distrito Federal receberão as novas remessas em uma divisão proporcional e igualitária a partir desta quinta-feira (29).
As doses são destinadas para a vacinação de idosos entre 60 e 64 anos, forças de segurança e salvamento e Forças Armadas que atuam na linha de frente da crise sanitária. Além disso, estão sendo enviadas vacinas adicionais para imunização de trabalhadores da saúde de Santa Catarina. As orientações estão no 13º informe técnico da Secretaria de Vigilância em Saúde.
A estratégia de distribuição de vacinas covid-19 é revisada semanalmente em reuniões tripartites (governos federal, estaduais e municipais), observando as confirmações do cronograma de entregas por parte dos laboratórios. O objetivo é garantir a cobertura do esquema vacinal no tempo recomendado de cada imunizante: quatro semanas para a vacina do Butantan e 12 semanas para as doses da Fiocruz.
O Ministério da Saúde reforça para que a população tome a segunda dose da vacina covid-19, mesmo que a aplicação ocorra fora do prazo recomendado pelo laboratório, para assegurar a proteção adequada contra a doença.
O Ministério da Saúde está coordenando a 15ª pauta de distribuição de doses para a campanha de vacinação contra a Covid-19, iniciada no dia 18 de janeiro. Até o momento, contando com esse novo lote, já foram destinadas a todas as Unidades Federativas mais de 62,6 milhões de doses de imunizantes, com um alcance de aproximadamente 37,5 milhões de brasileiros.
Até o dia 28 de abril, mais de 40,4 milhões de doses já foram aplicadas.
Nessa semana, entre as vacinas da Pfizer e da Astrazeneca, foram entregues 5,6 milhões de doses que poderão ser usadas como 1º.. a quantidade é suficiente para fechar os 60-64 anos. Estados mais adiantados ja estão vacinando pessoas com comorbidades. Um bom alcance se dá quando pelo menos 80% do público-alvo toma a 1º dose. O Brasil tem a tarefa da semana de vacinar 3.5milhões de pessoas dos 60-64 anos. Cerca de 2 milhões de doses serão usadas para o grupo "comorbidades", composto por 17,7 milhões de brasileiros dos 18-59 anos.
Serão 4 milhões de doses da Astrazeneca via Covax até amanhã. 6.5 milhões de doses da mesma vacina foram entregues pela Fiocruz anteontem. O mais provável é que as doses sejam usadas em grande maioria como primeira. Quinta próxima, o Butantan entregará 1 milhão de doses. É a possibilidade do país sair dos 2% para os 67% de brasileiros com comorbidades vacinados com a 1º dose, ja a partir da próxima sexta, 7/5. São pelo menos 11 milhões de novos braços com a 1º dose. A Fiocruz tem insumos para produção até início de junho. Como ja alcançaram a marca de 1 milhão de doses/dia, a tendência é de serem entregues pelo menos 6 milhões de doses dia 14/5. Junto com 3 milhões de doses da Coronavac (a última remessa para somar as primeiras 46 milhões de doses entregues ao Programa Nacional de Imunizações), mais 7 milhões de pessoas aptas para a primeira dose. Essa remessa será suficiente para terminar o grupo "comorbidades" e vacinar pelo menos 80% de grande parte dos trabalhadores prioritários, sobretudo da educação, transportes e segurança





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