Em 5 dias, 51 óbitos pela Covid-19 em Várzea Grande; 38% de todas as perdas na pandemia só em 2021, apontam números da Prefeitura de Várzea Grande


 Eis a situação de Várzea Grande, segunda cidade mais populosa de Mato Grosso e separada da capital por um Rio. De domingo até a manhã de quinta, 51 óbitos. Para se ter uma ideia, foram 43 homicídios registrados em todo ano de 2019 em VG. O vírus leva uma quantidade altíssima de pessoas e os níveis de mortalidade na cidade são os piores do país. Teme-se o perigo do número de óbitos ser maior que o de nascimentos, em toda série histórica de registros. 38 em cada 100 perdas aconteceram somente em 2021, 361 vítimas, 3 vidas todos os dias desde o 1º de janeiro. Como mais de 80% dos idosos com 80 anos ou mais tomaram ao menos a primeira dose, a quantidade de pessoas jovens, com menos de 50 anos, que vem à óbito hoje é 4 vezes maior que dos vacinados. De 12 mil positivos acumulados em 9 meses, nos quase 100 dias de 2021, 8431 pessoas testaram positivo para a Covid-19, ou seja, uma média móvel que em poucos dias dobrará toda quantidade de infectados de 9 meses em menos de 4 nesse 2021.  É uma evidência clara da presença da variante P.1, nascida na ilha manauara e que hoje domina o cenário brasileiro, com níveis de contaminações e mortes que não se comparam com as perdas das ondas de julho/20 e fevereiro/21. A vacinação na cidade está aberta para todos com 65 anos ou mais, cerca de 7600 moradores. 


Mais informações, na Prefeitura de Várzea Grande.

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